terça-feira, 23 de julho de 2013

Imprescindíveis, paletes não escapam à crise

5 de Fevereiro - 2011
As paletes representam alguns custos para os utilizadores, mas permitem optimizar o sistema logístico e hoje é inimaginável uma cadeia de abastecimento a funcionar sem elas. Úteis para quase todos os sectores, são vistas como um bem essencial. Ainda assim, o sector foi afectado pela crise, com os clientes a procurarem reduzir custos.
Quase todos os sectores de actividade têm necessidade de serviços de paletização. Da indústria à distribuição, os clientes vêm sobretudo dos sectores da indústria alimentar, bebidas, vidro, lubrificantes, cortiça, plástico, embalagem, construção, e até de empresas de serviços na área da exportação, saúde ou eventos.
Mas os clientes que mais recorrem a paletes, e sobretudo em sistema de pooling (aluguer de paletes), pertencem ao sector alimentar. A LPR, empresa inserida neste sector, exemplifica: alguns dos seus clientes são “os principais players do mercado nacional, como por exemplo a Lactogal, Centralcer ou Unicer”.
A Europalete (800X1200) destaca-se como a palete com maior penetração no mercado português. Por exemplo, a LPR comercializa três tipos de paletes: Europaletes (800X1200), Palete Inglesa (1000X1200) e Meia Palete “Dusseldorf” (600X800), mas a Europalete representa mais de 80% do volume transaccionado.
Preferência por pequenos formatos
Mas já se assiste no mercado português a algumas tendências de evolução. Por exemplo, a LPR nota que o volume das meias paletes está a crescer continuamente, “alavancado pela “exigência” da Distribuição Moderna”, como refere Flávio Guerreiro, Commercial Manager da LPR. “As tendências do sector passam por uma maior penetração dos pequenos formatos, de um cada vez maior nível de automatização dos sistemas de paletização e aprovisionamento”, considera este responsável.
Mónica Fernandes, Directora de Marketing da Palser, empresa que fabrica paletes, entre outros produtos de madeira, e comercializa paletes semi-novas e usadas, refere que a tendência é para a oferta de “soluções flexíveis estudadas para um determinado grupo de produtos, sector de actividade ou para um determinado cliente, e entregas adaptadas a cada caso”. Como refere, “tem-se evoluído no sentido de paletes mais leves, recorrendo à eficiência de fabrico e à secagem artificial, mantendo ou melhorando a resistência, e existe uma grande evolução a nível da automatização das linhas de fabrico e da flexibilidade. Por outro lado, as empresas que operam neste sector estão bastante sensíveis para o aproveitamento dos subprodutos e para o reaproveitamento e reciclagem de produtos”.
Miguel Correia, Gerente e Director Comercial da Rotom Portugal, defende que “na nossa área estão a ser desenvolvidas excelentes opções à palete de madeira, tal como as paletes moldadas em fibra de madeira, paletes em plástico de excelente qualidade e paletes EPS”. Esta empresa, filial de uma multinacional com 25 anos de experiência e presente em Portugal há dois anos, fabrica paletes de madeira novas, em todos os formatos, e comercializa, em regime de venda e aluguer, paletes de madeira usadas, paletes plásticas e paletes moldadas em fibra, para além de outros tipos de embalagens.
Na opinião de Miguel Correia, a maior resistência e tempo de vida útil das paletes e caixas de plástico, em relação às de madeira, tornam-nas “excelentes opções no pooling e numa gestão de retorno eficiente, ambas proporcionam aforros nos sistemas logísticos bem como atendem a uma reutilização que vai ao encontro da legislação ambiental comunitária”.
Recuperar da crise
Na medida em que o mercado das paletes está dependente da produção e circulação de produtos, a diminuição de consumo originada pela crise económica gerou uma diminuição da produção e, consequentemente, da necessidade de quantidades de paletes para transportar produtos.
2009 caracterizou-se por uma “diminuição das quantidades produzidas e comercializadas no país” e a Palser afirma ter sentido esse decréscimo, mas refere que em 2010 “já houve um aumento das quantidades produzidas, tendência que, esperamos, se venha a manter em 2011”. Esta empresa prevê facturar 25 milhões de euros em 2010 e antevê um aumento de 10% sobre esse valor em 2011.
A LPR afirma ter registado um crescimento das vendas em 2010, “não só através do crescimento interno (actuais clientes) como através da captação de novos clientes”, refere Flávio Guerreiro. “Prevemos para 2011 continuar ou até mesmo acentuar o ritmo de crescimento”.
Custo tem prioridade na escolha
Muitos clientes “tentam reduzir os custos para responder à crise adquirindo, por vezes, produtos menos adaptados às reais necessidades e de inferior qualidade”, refere Mónica Fernandes. Acrescem problemas paralelos, como o problema do Nemátodo da madeira do pinheiro, “que obriga a investimentos para efectuar o tratamento exigido pela norma internacional ISPM15”. Para a responsável da Palser, “há empresas que não conseguem sobreviver, pois não têm dimensão suficiente e/ou não estão preparadas para uma situação como esta”. Por outro lado, “a escassez de matéria-prima, madeira de pinho, motivada pelo seu consumo noutros produtos, a curto/médio prazo influencia directamente os preços”.
Ainda que afirme que as vendas continuam bem, a Rotom admite que se sente “uma apreensão colectiva derivada de alguma fragilidade no nosso tecido económico e que actualmente, o custo tem prioridade na escolha”, descurando preocupações com a segurança, funcionalidade e, se possível, menor impacto no ambiente. Optimista, Miguel Correia sugere “que devemos ligar os motores da confiança para que a médio prazo esta sombra da crise fique para trás das costas” e lembra que “as crises também geram algumas oportunidades de negócio”.
Na opinião de Flávio Guerreiro, “a crise económica veio realçar a necessidade de optimizar as operações e interpretar os comportamentos do consumidor. Alguns dos nossos clientes optaram para além da optimização dos custos, por apostar na inovação e exportação”.
Apoio da pré à pós-venda
No mercado de pooling, por norma, “quando o cliente nos contacta, já está ciente do tipo de palete que deseja alugar, carecendo somente de algumas explicações de carácter mais técnico”, explica Flávio Guerreiro. De qualquer forma, esta empresa está habilitada a dar formação in-house, disponibiliza a cada cliente um gestor de conta dedicado e relatórios operacionais mensais com todos os dados relativos à sua operação.
Para além do aconselhamento da melhor solução, a Palser fabrica as paletes, marca-as com o logótipo do cliente, pinta-as e entrega-as com frota própria. O acompanhamento pós-venda é feito com recurso a uma equipa de apoio.
A Rotom aconselha sobre “os melhores produtos a utilizar e como rentabilizar os recursos existentes, monta operações de manutenção do parque de paletes, ou reparações de paletes em larga escala e assegura entregas em todo o Portugal Continental e ilhas, com uma rede de parceiros de logística”. 

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Coisas bacanas para fazer com um pallet velho (23 fotos)




Leia mais em: Coisas bacanas para fazer com um pallet velho (23 fotos) - Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=21470#ixzz2Zjkjkgnq

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Como Fazer um Painel de Pallets

Oi gente!

Eu recebi um pedido muito legal! Acho que vocês vão gostar!


Atendendo à Fabiana, que entrou em contato com o blog perguntando sobre um passo a passo para fazer um painel de parede, bem, eis a solução para o seu problema Fabi!


Passo a passo eu não tenho, mas não tem muito segredo!

Eu encontrei um vídeo resumidíssimo sobre o passo a passo.


Mas, pra facilitar a compreensão, veja as imagens que eu tirei do vídeo:



Se você reparar, ele põe algumas ripas por baixo na vertical, estas vão parafusadas na parede.
Elas que dão um espaço pra alguma fiação que você queira embutir. 

Você poderá instalar novas tomadas, fazendo buracos no painel. Legal né? e sem quebrar a a parede!



Esse painel tem 3 vãos verticais. Neste caso, ele foi intercalando madeiras com a
medida da largura de uma ou duas ripas, pregando hora de um jeito, hora de outro...
As ripas devem ser mais largas, para que possa se pregar as duas pontas das
 emendas das tábuas. Preste atenção e corte as tábuas do mesmo tamanho e
 alinhe as emendas pra ficar bem caprichado!



Se você reparar nesta foto, ele já está fazendo as alterações para que sejam transferidas
as fiações para o painel de madeira, fazendo adaptações para instalar os espelhos
das tomadas na madeira... Os fios passam por dentro da parede, mas você pode fazer
 a adaptação da fiação nesse vão do painel. Repare que os fios que saem de cima se ligam aos de baixo, ligando os aparelhos à TV. Assim os fios não ficam à mostra!



Depois ele lixa...




E enverniza.



E voilá! Para fixar a TV na parede é necessário comprar um suporte  específico para
o tamanho da sua TV.


Bem acho que é isso, Fabi!


Se tiverem mais alguma dúvida, pode perguntar!

Tanto aqui nos comentários quanto no formulário de contato tá gente?
Até mais pessoal!




quinta-feira, 18 de julho de 2013

Pallets Usados Produto de Luxo -G1 Globo


Quem não tem cão…


ter, 04/06/13

por Gustavo Calazans |
categoria Quarto, Sem categoria


… caça com gato, já diria o ditado. Na matéria do sábado passado, mostramos como fazer uma cabeceira com tecidos adesivos e vocês viram como pode ser fácil resolver um problema que, no geral, pensaríamos ser muito mais complicado.
Aquelas velhas perguntas de sempre: quem eu chamo para fazer? Quanto vai custar? Fazer você mesmo tem destas vantagens. O preço do produto você pesquisa e a mão de obra será sua ou de alguém da sua família. Além de ficar mais barato, você ainda fica com aquele gostinho de “fui eu quem fiz!”.
Mas antes vamos lembrar qual é a ideia por trás de uma cabeceira de cama. rs! A cabeceira pode ter várias  “funções”, sendo a primeira delas a de proteger esta área da parede que fica atrás da cama, onde muitas vezes nos apoiamos e encostamos as costas e a cabeça – daí o nome, né?! Portanto, há uma função de proteção à parede, mas também há uma ideia de cuidado com a gente: a cabeceira pode ser macia, estofada, e daí ela nos protege também e nos aconchega na cama.
Segunda função: criar um ninho! Há ainda uma terceira função, embora esta seja mais difícil de demonstrar sua funcionalidade. Há uma aspecto estético que nos agrada muito nas cabeceiras – elas parecem nos dar uma sensação de segurança. Como já disse acima, há um componente de segurança, mas certamente há um outro que vai muito além da segurança conquistada – assim como algumas cadeiras tem encosto alto e isto nos dá uma noção de poder, a cabeceira nos dá aconchego visual também.
Posto isso, vamos ver outras cabeceiras fáceis de fazer, dessas que você mesmo pode se arriscar a fazer na sua casa.


A versão acima é feita com um varão de cortina fixado sobre a cama e uma almofada contínua costurada como se fosse uma cortina, com alças de tecido. Se você quiser, pode comprar uma cortina e cortá-la para estofar uma parte dela. Com o resto, você pode fazer almofadas para colocar sobre a cama!


Se você quer o aconchego do estofado sem ter muito trabalho, uma boa ideia é comprar futons já prontos em lojas especializadas e adesivar no futon e na parede fitas de velcro. Basta encostar as fitas de felcro do futon e da parede e lá estará a sua cabeceira prontinha, como nas duas foto acima. Você pode escolher a cor e o tamanho do futon, empilhar vários ou colocar poucos, como quiser.


Outra sugestão é usar um deck de madeira pronto e fixá-lo nas paredes atrás da cama, ou ainda pallets que já são vendidos prontos – novos ou usados. Veja na foto acima que você ainda pode fazer um efeito diferente com luz por trás da estrutura de madeira. A cama também pode ser feita com pallets! Eles são uma super peça coringa.


E se a coisa estiver muito apertada, veja só um jeito super simples e econômico de fazer uma cabeceira… Pinte ela! Você delimita um retângulo atrás da cama do tamanho que você quiser e pinta ele de uma cor diferente do restante das paredes e pronto, você tem uma cabeceira.
Agora nenhum de nós tem mais uma desculpa pra não ter uma cabeceira, hein! :-)

Respondendo… (churrasqueira nos pallets)


sex, 14/12/12

por Gustavo Calazans |



Mostramos na reportagem do último sábado várias dicas de soluções simples para decorar a sua casa e no vídeo publicado no blog mostramos outros ambientes e novas soluções. Uma delas é a de uma área gourmet externa que reutiliza pallets de madeira de diversas fomas, inclusive como suporte para uma churrasqueira.
Várias pessoas nos perguntaram como executar esta churrasqueira (parece mesmo que não vai dar certo). A questão mais importante é que seja feito um bom isolamento térmico entre o corpo da churrasqueira e a estrutura de madeira que a contém. Os pallets resistem perfeitamente ao peso, tendo em vista que são usados justamente para o transporte de cargas.
Nesta caso, concebemos um corpo em concreto armado que pode ser concretado fora do pallet, o que chamamos de berço da churrasqueira, onde será colocado o carvão. Este berço é um retângulo de concreto e deve ser feito de acordo com a churrasqueira que for comprada – grelha e porta grelha.
Os pallets nesta sugestão foram empilhados – temos 6 pallets parafusados um sobre o outro, de forma a atingir a altura desejada. Os primeiros pallets foram cortados na dimensão do berço de concreto, para que ele seja embutido. os que ficam abaixo restaram inteiros e são os que suportam o peso da churrasqueira.
Este berço deve ser revestido com tijolos refratários, que vão diminuir a condução do calor para fora. Outra boa solução é o uso de isolantes térmicos, tais como a lã de rocha, que é resistente ao fogo e à temperaturas superioes a 200ºC. Este isolante deve ser colocado ao redor do berço, entre ele e a estrutura de madeira do pallet.
Outra indicação que pode ajudar a controlar qualquer risco do uso de uma estrutura de madeira para a churrasqueira é a aplicação de produtos ignifugantes nos pallets – são produtos que não permitem que o material pegue fogo. Mas tendo sido feita um isolamento térmico com os tijolos refratários, concreto e a lã de rocha, esta possibilidade não existe.
Uma solução simples e prática e que ainda reutiliza os pallets, peças super baratas que iriam para o lixo.











Aproveitando cada espaço (e material)


qua, 12/12/12

por Cris Maia |


Este vídeo tem mais um monte de dicas fáceis, baratas e inteligentes. É pra se inspirar e começar a transformar!


Criar e transformar


sáb, 08/12/12

por Cris Maia |


Na reportagem deste sábado mostramos como transformar a casa com criatividade e economia. Aqui no blog,  a gente deixa mais ideais para continuar criando e mudando a decoração com pouco dinheiro.


Do lixo para o jardim de casa


ter, 25/09/12

por Cris Maia |



A função do pallet é otimizar o transporte de cargas, conseguido através da empilhadeira, mas definitivamente os feitos em madeira estão na moda na hora de decorar a casa ou o jardim. O internauta Antonio Eugênio conta pra gente que tudo que encontra nas ruas, coloca no carro para depois mexer e ver no que pode trasnformar. Ele deixou algumas dicas interessantes aqui no blog. A primeira é que um bom passeio pelas ruas do subúrbio nos dará o pallet que precisamos, mas de forma desigual. Então, ele sugere procurar um profissional para fazer o acabamento que a gente deseja. A outra opção, segundo ele, é comprar de consertadores de pallets, porque lá dá para escolher todos com o mesmo tamanhjo e textura e aí é só lixar ou pintar.
Com os pallets dá para  bolar uma série de coisas. A gente já deu algumas sugestões pra vocês, agora vai mais uma.
Neste jardim, elaborado pelos paisagistas Jussara de Siqueira, Rafael Bragion e Helena Montevecchio, os pallets foram usados para elevar a horta e dar mais conforto na hora de manipular a terra. Eles foram empilhados em vários níveis sustentando uma horta aromática, onde foram plantados em charmosos vasos alecrim, manjericão, salsa, cebolinha… A diferença de altura permite que até mesmo as crianças ajudem no plantio e manutenção dos temperos.


A horta foi montada pertinho da churrasqueira e da mesa – onde as cadeiras foram forradas com almofadas cobertas de xita. Isto significa que dá pra cultivar os temperos, cozinhar e bater papo com os amigos… tudo ao mesmo tempo! O cenário foi montado debaixo de um pergolado revestido com taboa reciclada e trançada. A taboa é uma planta típica de manguezais e brejos, com uma fibra durável e resistente e com um custo bem legal.
O bom de montar um ambiente com materiais de baixo custo é que a gente não fica com tanto apego depois na hora de mudar e se tiver um pouquinho de cuidado e planejamento dá pra criar espaços bem harmoniosos.
O jardim abaixo, projetado pela paisagista Clarisse Kopp, é o resultado disso. As cadeiras brancas ficaram bem mais charmosas com o detalhe de tecido de xita amarrado no encosto. Repare que ele sustenta tubos de ensaio, que servem de vasinhos para as flores coloridas. Com o mesmo tecido, Clarisse forrou as casinhas de passarinho que enfeitam a parede.


Para os pufes, foram usados fardos de feno – claro que com o devido cuidado de colocar uma almofada por cima para tornar o assento mais confortável! Ferramentas usadas no jardim servem como objetos de decoração. Para finalizar, a paisagista usou caixinhas de leite como vasos para a horta vertical. Elas foram pintadas com tinta branca e fixadas uma na outra com fios de nylon.

Na onda da sustentabilidade…


qui, 16/02/12

por Cris Maia |
categoria Sustentabilidade

Ideias criativas que custam pouco, ajudam o meio ambiente e são fáceis de fazer são sempre bem vindas aqui no Hoje em Casa. Há uns meses, recebi um e-mail aqui no blog do Charleston Araújo querendo fazer uma homenagem a uma amiga e mandou fotos de uma mesinha de pallet que ela fez. Achei que realmente valia a pena dividir a ideia e tratei de conhecer a Margaret. Ela mora em Salvador BA e não só deixou a gente publicar o trabalho dela, como nos ensina o passo a passo do trabalho que ela fez no pallet que hoje é a mesinha de centro da casa dela. Com a palavra, Margaret:

O passo a passo é simples.
1. Peguei um pallet normal…
2. Cobri as imperfeições com massa para madeira e depois lixei para nivelar.
3. Dei uma demão de base acrilica branca. Sempre faço isso para a cor final ficar uniforme. Depois dei duas demãos com tinta amarela.
Gosto de usar tinta esmalte a base de agua e para conseguir este tom de amarelo fui colocando corante amarelo na tinta branca ate que cheguei nesta cor.
Depois coloquei 4 pés de madeira. Fiz um furo embaixo e depois parafusei os pés.
(nao tenho foto destas etapas.)
4. Medi o tamanho do pallet e mandei cortar 2 pedaços de espelho e 2 de vidro e posicionei em cima do pallet.
5. Prontinho… Pallet reciclado, amarelo e lindo iluminando minha sala.

Fonte:http://g1.globo.com/platb/jornal-hoje-hojeemcasa/tag/pallet/